

QUANDO SOBRAR TEMPO
Talvez me encaixes em tua agenda... Dediques-me do espaço, um piscar de olhos Revolvendo, de novo, todos os refolhos Desse sentimento que jamais se emenda!
Forjarás sobre a paixão tênue remenda Onde serão olvidados tantos abrolhos Dos sonetos tristes criados nos afolhos Ultimados sempre em adeus e contenda!
Ofertar-me-á doce e inocente parlenda... E na magia verei o mundo qual criança! Dos cabelos farei longilínea trança
Pois, o que é a vida senão breve lenda? E por instantes... volverei à esperança De vislumbrar o amor... que me surpreenda! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 20/09/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
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