

DE FLORES E DE AÇO*
Proeminentes em intervalo escasso Sensibilidade e força, no eu, coabitam As perspectivas futuras delimitam Universos desiguais no mesmo espaço!
Aromas de flores perfumam o regaço E do aço, a vigorosa firmeza imitam! Contradições pertinazes se atritam - Débil -, razão à demência entrelaço!
Sou mulher e confronto o vil embaraço Por acolher naturezas destoantes Dualidades incontáveis... delirantes
Reveladas através dum sutil traço! E ocultas se o olhar, na lágrima, embaço... Fragmentos profundos... d’alma ressonantes!
* VIVI, lembro de dizeres não gostar de estereótipos... E eu respondi que és pura contradição...rsrs... Este soneto é teu, AMIGA AMADA! Que em todas as nuances sabe se fazer tão querida! TE AMO DE MONTÃO! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 02/10/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
|