

AMA-ME
Na desventura do abandono aflitivo Pois, tenho as fibras do ser dilaceradas Por vis adagas de mágoas encravadas Fundo mal a proliferar... corrosivo!
Tomas-me sem perguntas... forte... invasivo Destemido das escusas imputadas E não me julgues por ações depravadas Reações contrárias a esse querer esquivo!
Peço-te: não fujas como tolo evasivo Avesso aos teus implacáveis sentimentos! Tampouco ignores a voz e os fortes lamentos
Bradando ao amor... pelo qual sobrevivo! Deixes-me viver igual louco permissivo Submerso nas águas... dos breves alentos! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 06/10/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
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