

SONETO SEM IDENTIDADE
Pode o amor nos asseverar felicidade? Pois, somos tão divergentes e tão iguais! Da laranja as duas partes em metade Separadas na busca dos próprios ideais!
Fui moldada no aço da impetuosidade Apegada aos sonhos... pouco usuais! Tu és a fúria brusca da realidade Ultrapassando as barreiras atemporais!
Na sordidez dos falsos valores morais Calamos a ternura inconveniente... Outrora tenaz... suave e envolvente
Condenada... por nossos erros capitais! E a existência de mentiras essenciais Soergueu a cruz desse subtrair delinqüente! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 14/10/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
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