

Absurdo receio aloja-se na entranha Silenciando-me num torpor indiferente! Caos improfícuo apodera-se da mente E o espelho reflete a imagem estranha!
Do mundo carrego a impressão medonha: Seres mortificados em dor plangente! Vórtices duma noção impenitente Jugo da crueldade que no âmago enfronha!
Serão os homens reféns sobreviventes Alforjados no conluio e finitude? A selarem sentenças em atitude
Impregnadas por pressupostos dementes? Com a decência e a piedade ausentes Numa incessante perda da completude! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 18/10/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
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