

QUANDO NOVEMBRO VIER E o vento embalar, no terraço, os cristais Prenúncio tímido de mais um inverno! Água e ruas, úmidas, num beijo terno Selando o encontro das forças imortais!
Pueril essência, como do mar, os vendavais... Traz à alegria o convívio fraterno Unindo-se ao pesar íntimo ou externo: Solidão insigne das virtudes marginais!
Sereno novembro e os seus tristes madrigais Compostos ao rítmico cair da chuva! No sentimento é qual da mão a luva
Sincronia entre calmaria e temporais! E da foz dos rios amplos aluviais Luminescência que aos poucos enviúva! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 25/10/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
|