

DO AMAR, O PECADO!
A cumplicidade, tão nossa, devasso Pois, sucumbi ante o rótulo dissoluto! Afronta ao sentimento terno e impoluto Lançado no lodo do respeito escasso!
Sem a compaixão ou vaidade refaço Os passos dum querer fortuito e absoluto Ardil a transformar escárnio em tributo E símbolo da loucura e descompasso!
Soberana senhora dos mil percalços! Sou amante desamada... fútil rainha Estrela no céu... cintilante e sozinha
Bailando toda a noite com pés descalços! Razão dos teus atalhos... vis embaraços Luzindo a mágoa... contida na entrelinha! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 28/10/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
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