

SE TUA TRISTEZA FOSSE CANÇÃO
Por entre névoa e serras, emerge a voz Ressoando um som melódico... agonia! Lírico canto cativo em sinfonia Eclipse silencioso duma vida atroz! No teu corpo reverbera o gozo feroz A fim de criar potente alquimia! Aflição funda transposta na magia De notas entrelaçadas em cegos nós! Menestrel do breu das madrugadas... meu algoz Dissipe o flagelo da hipocrisia Possua-me sem intenção... à revelia Feiticeiro caminhante das terras de oz! Destrua o fogo e as gélidas grades do aboiz Para alforriar-se, enfim... dessa distonia! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 19/12/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
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