

AO AMOR QUE CHEGA (Soneto de um Novo Ano) Imperioso é descrever-te, cavalheiro Porém, sob as nuances és tão complexo! Ainda quando cingida por um amplexo Não alcanço a luz... desse sol altaneiro! Lábios dominam o solapar ligeiro Despudorados, levam-me ao teu convexo! Do mundo-novo: arrebatador... perplexo Onde importa ser último e não primeiro! Menino... moleque... trovador arteiro Permita que eu seja sereno moinho Esperada amada... perfumado ninho Fortaleza inexpugnável dum guerreiro! E espalmando as mãos entre o rosto trigueiro Reconheça as trilhas... do inato caminho! Marúcia Herculano
Enviado por Marúcia Herculano em 30/12/2008
Alterado em 05/12/2009 Comentários
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